EUA aprovam projeto de lei que restringe importações da região chinesa de Xinjiang

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Membros da comitiva de uma delegação em frente da sede das Nações Unidas durante a 76ª sessão da Assembleia Geral da ONU em Nova York, 21 de setembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021

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EUA aprovam projeto de lei que restringe importações da região chinesa de Xinjiang

EUA aprovam projeto de lei que restringe importações da região chinesa de Xinjiang

Por 428 votos a um, a Câmara dos Representantes dos EUA aprovou um projeto de lei que proíbe as importações da região chinesa de Xinjiang feitas com trabalho... 09.12.2021, Sputnik Brasil

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O objetivo do projeto é garantir que "os produtos feitos com trabalho forçado na Região Autônoma Uigur, em Xinjiang, na República Popular da China, não entrem no mercado dos Estados Unidos", conforme o texto aprovado nesta quarta-feira (8).A legislação visa "bens, mercadorias e artigos importados diretamente da Região Autônoma Uigur de Xinjiang ou feitas por uigures, cazaques, quirguizes, tibetanos ou membros de outros grupos perseguidos na China".Além disso, o projeto de lei exige que o presidente norte-americano, Joe Biden, imponha sanções aos funcionários responsáveis ​​por perseguir minorias e facilitar o suposto trabalho involuntário.O texto legislativo acusa a China de prender arbitrariamente até 1,8 milhão de uigures, cazaques, quirguizes e membros de outros grupos minoritários muçulmanos em um sistema de campos extrajudiciais de internação em massa.Segundo a Câmara dos Representantes dos EUA, os prisioneiros seriam forçados a produzir "têxteis, eletrônicos, produtos alimentícios, sapatos, chá e artesanato" em uma rede de fábricas subsidiadas pelo governo em Xinjiang e em outras partes da China.Em julho deste ano, o Senado norte-americano aprovou sua versão do projeto por unanimidade.

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Por 428 votos a um, a Câmara dos Representantes dos EUA aprovou um projeto de lei que proíbe as importações da região chinesa de Xinjiang feitas com trabalho forçado, ameaçando ainda com sanções as autoridades chinesas responsáveis ​​por supostamente perseguir a minoria muçulmana do local.

O objetivo do projeto é garantir que "os produtos feitos com trabalho forçado na Região Autônoma Uigur, em Xinjiang, na República Popular da China, não entrem no mercado dos Estados Unidos", conforme o texto aprovado nesta quarta-feira (8).

A legislação visa "bens, mercadorias e artigos importados diretamente da Região Autônoma Uigur de Xinjiang ou feitas por uigures, cazaques, quirguizes, tibetanos ou membros de outros grupos perseguidos na China".

Além disso, o projeto de lei exige que o presidente norte-americano, Joe Biden, imponha sanções aos funcionários responsáveis ​​por perseguir minorias e facilitar o suposto trabalho involuntário.

O texto legislativo acusa a China de prender arbitrariamente até 1,8 milhão de uigures, cazaques, quirguizes e membros de outros grupos minoritários muçulmanos em um sistema de campos extrajudiciais de internação em massa.

Segundo a Câmara dos Representantes dos EUA, os prisioneiros seriam forçados a produzir "têxteis, eletrônicos, produtos alimentícios, sapatos, chá e artesanato" em uma rede de fábricas subsidiadas pelo governo em Xinjiang e em outras partes da China.

Em julho deste ano, o Senado norte-americano aprovou sua versão do projeto por unanimidade.

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