Covid-19: EUA descarta novos lockdowns por conta da variante Ômicron

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um alerta nesta segunda-feira (29) em relação aos potenciais riscos impostos pela variante Ômicron do vírus da Covid-19. De acordo com a organização, a nova variante apresenta alto risco de novos surtos de infecção pela doença.

A OMS advertiu as 194 nações afiliadas de que a variante Ômicron pode causar um novo surto de Covid-19 com consequências severas. Contudo, a organização ressaltou que nenhuma morte foi registrada até o momento em decorrência da nova cepa.

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EUA estão ‘tranquilos’

Na contramão da preocupação crescente ao redor do mundo com a nova variante do Sars-CoV-2, o presidente dos EUA, Joe Biden, buscou tranquilizar a população sobre a nova cepa. Segundo o mandatário, a variante Ômicron chegará ao país cedo ou tarde, e que a melhor proteção é a vacinação.

Com a aproximação do inverno no Hemisfério Norte, a Casa Branca, que começa no próximo dia 21 de dezembro, a Casa Branca anunciou que divulgará uma nova estratégia para lidar com a pandemia e suas novas variantes durante a estação mais fria do ano.

Sem lockdowns

O infectologista Anthony FauciConselheiro do governo estadunidense, o infectologista Anthony Fauci declarou que a variante Ômicron deve se espalhar rapidamente no país. Crédito: Noel St. John/Northwestern University

Segundo Biden, inicialmente, o plano não inclui medidas restritivas à circulação de pessoas ou contenção de aglomerações nos EUA. “Se as pessoas estiverem vacinadas e usarem máscaras, não há necessidade de novo lockdown”, declarou o democrata.

Contudo, Joe Biden ressaltou que ainda deve demorar algumas semanas até que a eficácia das vacinas contra a variante Ômicron seja comprovada. Para o infectologista e conselheiro do governo dos EUA, Anthony Fauci, é inevitável que a cepa se espalhe amplamente pelo país.

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Projeções apontam que a variante Ômicron deve ultrapassar 10 mil casos nesta semana. Para efeito de comparação, na semana passada foram 300 casos, segundo informações do infectologista Salim Abdool Karim, que trabalha no combate à Covid-19 na África do Sul.

Via: Agência Brasil

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