Chefe do Pentágono rejeita utilização de 'linhas vermelhas' na situação em torno da Ucrânia e Taiwan

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Chefe do Pentágono rejeita utilização de 'linhas vermelhas' na situação em torno da Ucrânia e Taiwan

Chefe do Pentágono rejeita utilização de 'linhas vermelhas' na situação em torno da Ucrânia e Taiwan

Com Washington se posicionando abertamente em linha de confrontação com o presidente russo Vladimir Putin e o líder chinês Xi Jinping, o secretário de Defesa... 09.12.2021, Sputnik Brasil

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Em entrevista nesta terça-feira (7) ao portal de notícias Defense One, Austin disse que prefere uma abordagem flexível no que se refere à situação tensa na Europa de Leste, com Kiev e a OTAN alegando que o Exército russo estaria se preparando para invadir a Ucrânia. Austin seguiu o mesmo raciocínio em relação a Taiwan, a nação insular que os EUA apoiam abertamente, apesar dos acordos formais com Pequim reconhecendo a sua reivindicação de longo data que a ilha faz parte da China. "Não queremos ver mudanças no status quo, especialmente uma mudança unilateral", disse Austin."Pensamos que primeiro todas as tensões nessa área devem ser resolvidas diplomaticamente". As visitas de autoridades dos EUA de alto nível e vendas de armas a Taiwan têm enfurecido Pequim nos últimos anos. Em resposta, a China conduz regularmente exercícios militares em águas internacionais ao largo da costa da ilha.

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Com Washington se posicionando abertamente em linha de confrontação com o presidente russo Vladimir Putin e o líder chinês Xi Jinping, o secretário de Defesa dos EUA Lloyd Austin disse que rejeita "linhas vermelhas" nas situações em torno da Ucrânia e Taiwan.

Em entrevista nesta terça-feira (7) ao portal de notícias Defense One, Austin disse que prefere uma abordagem flexível no que se refere à situação tensa na Europa de Leste, com Kiev e a OTAN alegando que o Exército russo estaria se preparando para invadir a Ucrânia.

"Eu acho que em situações como esta, penso que colocar linhas vermelhas só agrava o problema. Acho que temos de nos concentrar em encontrar formas de diminuir a escalada e reduzir as tensões", afirmou chefe do Pentágono, acrescentando que não é "útil para nós traçar uma linha neste momento".

Austin seguiu o mesmo raciocínio em relação a Taiwan, a nação insular que os EUA apoiam abertamente, apesar dos acordos formais com Pequim reconhecendo a sua reivindicação de longo data que a ilha faz parte da China.

A bandeira nacional de Taiwan está hasteada na frente de dois destróieres da classe Kidd de fabricação americana durante a cerimônia de comissionamento (foto de arquivo) - Sputnik Brasil, 1920, 09.12.2021

"Não queremos ver mudanças no status quo, especialmente uma mudança unilateral", disse Austin."Pensamos que primeiro todas as tensões nessa área devem ser resolvidas diplomaticamente".

As visitas de autoridades dos EUA de alto nível e vendas de armas a Taiwan têm enfurecido Pequim nos últimos anos. Em resposta, a China conduz regularmente exercícios militares em águas internacionais ao largo da costa da ilha.

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