Brasil registra 358 mortes por covid em 24 horas e 12 mil novos casos

1 mês atrás 24

País chegou a 605.569 vidas perdidas e a 21.722.978 pessoas infectadas

O Brasil registrou 358 mortes por covid e 12.161 casos da doença, neste sábado. Com isso, o país chegou a 605.569 vidas perdidas e a 21.722.978 pessoas infectadas pelo Sars-CoV-2 desde o início da pandemia.

A média móvel de mortes tem queda em relação aos dados de sete dias atrás. A média de óbitos é de 339, valor 24% menor.

Os dados do país, coletados até 20h, são fruto de colaboração entre “Folha”, “UOL”, “O Estado de S. Paulo”, “Extra”, “O Globo” e “G1” para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são recolhidas pelo consórcio de veículos de imprensa diariamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

Os dados da vacinação contra a covid-19, também coletados pelo consórcio, foram atualizados em 21 Estados e no Distrito Federal.

O Brasil registrou 638.101 doses de vacinas contra covid-19, neste sábado. De acordo com dados das secretarias estaduais de Saúde, foram 121.824 primeiras doses e 373.009 segundas. Também foram registradas 521 doses únicas e 142.747 doses de reforço.

Ao todo, 152.938.187 pessoas receberam pelo menos a primeira dose de uma vacina contra a covid no Brasil — 104.694.585 delas já receberam a segunda dose do imunizante.

Somadas as doses únicas da vacina da Janssen contra a covid, já são 109.217.821 pessoas com esquema vacinal completo no país.

Assim, o país já tem 71,7% da população com a 1ª dose e 51,2% dos brasileiros com esquema vacinal completo. Considerando somente a população adulta, os valores são, respectivamente, de 94,35% e 67,38%.

Mesmo quem completou o esquema vacinal com as duas doses deve manter cuidados básicos, como uso de máscara e distanciamento social, afirmam especialistas.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

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