Bolsas da Europa fecham em alta com investidores digerindo comentários do BCE

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Autoridade monetária anunciou na semana passada que reduzirá o ritmo de compras do Programa de Compras de Emergência para a Pandemia

As bolsas europeias fecharam em alta, com os investidores ainda avaliando a decisão de política monetária do Banco Central Europeu (BCE) da semana passada.

Após registrar perda acumulada de 1,18% na semana passada, o índice pan-europeu Stoxx Europe 600 fechou em alta de 0,29%, a 467,69 pontos, nesta segunda-feira (13). O FTSE 100, índice de referência da bolsa de Londres, subiu 0,56%, a 7.068,61 pontos, o DAX, de Frankfurt, avançou 0,59%, a 15.701,42 pontos, e o CAC 40, de Paris, ganhou 0,20%, a 6.676,93 pontos. Em Milão, o FTSE MIB registrou alta de 0,93%, a 25.925,73 pontos, e o Ibex 35, de Madri, avançou 1,39%, a 8.816,10 pontos.

O BCE anunciou na quinta-feira (09) passada que reduzirá o ritmo de compras do Programa de Compras de Emergência para a Pandemia (PEPP), mas a presidente da autoridade monetária, Christine Lagarde, ressaltou que o montante total de compras ainda está disponível, caso seja necessário ampliar as compras novamente.

"Adiar os estímulos não é o mesmo que retirar estímulos", disse Lagarde, esclarecendo também que o BCE está disposto a aumentar o volume se isso se mostrar necessário para manter as condições financeiras favoráveis.

Entre os destaques do dia estão os papéis da varejista alemã de alimentos e suprimentos de animais domésticos Zooplus. Os ativos da companhia cresceram 8,99% nesta segunda, após o anúncio da empresa de private equity Hellman & Fridman sobre uma aquisição pública voluntária de todas as ações da Zooplus a um preço de oferta de 390 euros por ação. A sueca EQT e a americana KKR também haviam demonstrado interesse pela companhia.

Já a empresa francesa fabricante de vacina Valneva viu seus papéis despencarem 41,57% após o governo britânico rescindir o contrato de fornecimento da vacina contra a covid-19, a VLA 2001. Os motivos apresentados pelo governo foram quebras de contrato, o que a empresa nega.

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