Benjamin Netanyahu está pronto para se declarar culpado

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Benjamin Netanyahu está pronto para se declarar culpado

Benjamin Netanyahu está pronto para se declarar culpado

O ex-primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu assinará um acordo judicial, talvez até na próxima semana, confessando sua culpa, garantem os promotores... 14.01.2022, Sputnik Brasil

2022-01-14T23:56-0300

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As conversas entre Benjamin Netanyahu e o procurador-geral Avichai Mandelblit sobre um possível acordo judicial no julgamento criminal do ex-primeiro-ministro fizeram progressos significativos. A promotoria acredita que o ex-líder israelense assinará o acordo dentro de alguns dias, escreve o Times of Israel. A publicação sustenta que a família de Netanyahu não se opõe à confissão de culpa, embora tenha rejeitado em conversas anteriores qualquer negociação.Como condição básica à estrutura do acordo, Netanyahu aceitará ser condenado por fraude e quebra de confiança; ele permanecerá um MK (members of the Knesset, o Parlamento) até que o tribunal o sentencie a seis meses de prisão, que serão comutados para serviço comunitário. Ele disse que concordará que suas ações serão designadas como "torpeza moral", impedindo-o do serviço público por sete anos. Somente depois que o primeiro-ministro concordar totalmente com isso, os lados poderão começar a discutir os detalhes do acordo.O acordo oferecido a Netanyahu removeria as acusações de suborno contra ele. O ex-primeiro-ministro admitiria acusações menores de fraude e quebra de confiança e receberia apenas uma sentença leve de serviço comunitário.O problema para o ex-primeiro-ministro israelense, indicam fontes ouvidas pela reportagem, é a perda do direito de participar da vida política de Israel por sete anos. Netanyahu, embora tenha proclamado publicamente que sua inocência seria provada no tribunal, está oficialmente consultando assessores sobre como avançar com o acordo. O ex-chefe de Estado de Israel está sendo julgado em três casos de corrupção separados. A maioria das acusações é sobre fraude, quebra de confiança e acusações de suborno. Há poucos meses, ele nega todas, dizendo que foram fabricadas por uma força policial tendenciosa.

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O ex-primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu assinará um acordo judicial, talvez até na próxima semana, confessando sua culpa, garantem os promotores do caso.

As conversas entre Benjamin Netanyahu e o procurador-geral Avichai Mandelblit sobre um possível acordo judicial no julgamento criminal do ex-primeiro-ministro fizeram progressos significativos.

A promotoria acredita que o ex-líder israelense assinará o acordo dentro de alguns dias, escreve o Times of Israel. A publicação sustenta que a família de Netanyahu não se opõe à confissão de culpa, embora tenha rejeitado em conversas anteriores qualquer negociação.

Como condição básica à estrutura do acordo, Netanyahu aceitará ser condenado por fraude e quebra de confiança; ele permanecerá um MK (members of the Knesset, o Parlamento) até que o tribunal o sentencie a seis meses de prisão, que serão comutados para serviço comunitário.

Ele disse que concordará que suas ações serão designadas como "torpeza moral", impedindo-o do serviço público por sete anos. Somente depois que o primeiro-ministro concordar totalmente com isso, os lados poderão começar a discutir os detalhes do acordo.

O acordo oferecido a Netanyahu removeria as acusações de suborno contra ele. O ex-primeiro-ministro admitiria acusações menores de fraude e quebra de confiança e receberia apenas uma sentença leve de serviço comunitário.

O problema para o ex-primeiro-ministro israelense, indicam fontes ouvidas pela reportagem, é a perda do direito de participar da vida política de Israel por sete anos.

Netanyahu, embora tenha proclamado publicamente que sua inocência seria provada no tribunal, está oficialmente consultando assessores sobre como avançar com o acordo.

O ex-chefe de Estado de Israel está sendo julgado em três casos de corrupção separados. A maioria das acusações é sobre fraude, quebra de confiança e acusações de suborno. Há poucos meses, ele nega todas, dizendo que foram fabricadas por uma força policial tendenciosa.

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