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	<title>WebMais.com &#187; Calor</title>
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		<title>Tetos brancos reduzem a temperatura e retardam o aquecimento global</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Feb 2009 17:01:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabrix</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Segundo pesquisador Hashem Akbari, do Lawrence Berkeley National Laboratory, na California, cerca de 25% da superfície de uma cidade consiste de telhados, a monitoração de mais de 10 edifícios na Califórnia e na Flórida demonstra que o uso de tetos frios poupa, para os moradores e proprietários de imóveis, de 20 a 70% do uso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo pesquisador <em>Hashem Akbari</em>, do <em>Lawrence Berkeley National Laboratory</em>, na California, cerca de 25% da superfície de uma cidade consiste de telhados, a monitoração de mais de 10 edifícios na Califórnia e na Flórida demonstra que o uso de tetos frios poupa, para os moradores e proprietários de imóveis, de 20 a 70% do uso anual de energia de resfriamento. </p>
<div align="center" style="margin-left: -10px;" /><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=8,0,0,0" width="429" height="345" id="sprite35" align="middle"><param name="allowScriptAccess" value="sameDomain" /><param name="allowFullScreen" value="false" /><param name="movie" value="/_file/swf/sprite35.swf" /><param name="quality" value="high" /><param name="wmode" value="transparent" /><embed src="/_file/swf/sprite35.swf" quality="high" wmode="transparent" width="429" height="345" name="sprite35" align="middle" allowScriptAccess="sameDomain" allowFullScreen="false" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.adobe.com/go/getflashplayer" /><br />
</object></div>
<p>Estes produtos reduzem a transferência de calor para o interior, reduzindo custos com ar-condicionado, tetos brancos reduzem a temperatura, combatem o excesso de CO<small>2</small> e retardam o aquecimento global, cada 100 m2 pintados compensam 10 t de emissão de CO<small>2</small>, se em 20 anos todos os tetos forem pintados de branco, teremos o efeito de retirar metade dos carros que rodam em todo o mundo a cada ano deste programa, isso possibilitaria um atraso nos efeitos do aquecimento global.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.onedegreeless.org">Há uma campanha internacional</a> para a utilização de materiais reflexivos na construção e reforma de tetos em regiões temperadas e tropicais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A reflexão solar em pavimentos pode ser elevada 0,15, compensando 4 t de CO<small>2</small> para cada 100 m2.  até 2040, 70% da população mundial poderá viver nas cidades, cujas superfícies tem 60% de tetos e pavimentos.  </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Permanentemente aumentando a reflexão solar de tetos e pavimentos em todo o mundo, pode gerar uma compensação equivalente à emissão de 11 bilhões de carros por ano. Isto significa tirar das ruas cerca de 600 milhões de carros por 18 anos.  Se somente os tetos tivessem suas cores escuras substituídas, pode-se conseguir uma compensação de 24 bilhões de toneladas de CO<small>2</small>.</p>
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		<title>Santa Catarina: Uma verdade inconveniente</title>
		<link>http://webmais.com/santa-catarina-uma-verdade-inconveniente/</link>
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		<pubDate>Sun, 30 Nov 2008 15:37:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabrix</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Semana]]></category>
		<category><![CDATA[Perspectiva]]></category>
		<category><![CDATA[Aquecimento]]></category>
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Antes desse século, muitos cientistas achavam impossível existir ciclones no hemisfério sul, mas em março de 2004 presenciamos um em nosso próprio país, o Catarina. 
&#160;
Ventos de até 150km/h ondas de 5 metros e uma forte chuva provocados pelo fenômeno devastaram áreas no norte do Rio Grande do Sul e no sul de Santa Catarina.
&#160;
Desde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Antes desse século, muitos cientistas achavam impossível existir ciclones no hemisfério sul, mas em março de 2004 presenciamos um em nosso próprio país, o <strong>Catarina</strong>. </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ventos de até 150km/h ondas de 5 metros e uma forte chuva provocados pelo fenômeno devastaram áreas no norte do Rio Grande do Sul e no sul de Santa Catarina.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Desde o século XV, data dos registros da navegação no oceano Atlântico, inclusive o período em que tem início a observação por satélites, a partir de 1960, jamais se registrou um fenômeno de tal magnitude no hemisfério sul.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A explicação para ausência de furacões ou ciclones tropicais no Atlântico Sul, é devido a baixa temperatura da superfície do mar e pela existência de ventos desfavoráveis nos níveis atmosféricos mais altos. </p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Consequências do aquecimento global </strong></p>
<ul>
<li>Aumento do nível dos oceanos: com o aumento da temperatura no mundo, está em curso o derretimento das calotas polares. Ao aumentar o nível da águas dos oceanos, podem ocorrer, futuramente, a submersão de muitas cidades litorâneas. </li>
<p>&nbsp;</p>
<li>Crescimento e surgimento de desertos: o aumento da temperatura provoca a morte de várias espécies animais e vegetais, desequilibrando vários ecossistemas. Somado ao desmatamento que vem ocorrendo, principalmente em florestas de países tropicais (Brasil, países africanos), a tendência é aumentar cada vez mais as regiões desérticas do planeta Terra.</li>
<p>&nbsp;</p>
<li>Aumento de furacões, tufões e ciclones: <u>o aumento da temperatura faz com que ocorra maior evaporação das águas dos oceanos</u>, potencializando estes tipos de catástrofes climáticas.</li>
<p>&nbsp;</p>
<li>Ondas de calor: regiões de temperaturas amenas tem sofrido com as ondas de calor. No verão europeu, por exemplo, tem se verificado uma intensa onda de calor, provocando até mesmo mortes de idosos e crianças.
</li>
</ul>
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		<title>Nova Geração de Usinas Solares Movidas a Calor e não à Luz</title>
		<link>http://webmais.com/nova-geracao-de-usinas-solares-movidas-a-calor-e-nao-a-luz/</link>
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		<pubDate>Sun, 11 May 2008 12:06:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabrix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Luz]]></category>
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		<description><![CDATA[A energia solar, captada por painéis de silício, é apontada como uma das melhores alternativas para diminuir a dependência mundial dos combustíveis fósseis na produção de eletricidade. Seu uso doméstico se disseminou, mas usinas de painéis solares com potência suficiente para iluminar milhares de casas ainda são caras e têm baixa capacidade de armazenamento. 
&#160;
Uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A energia solar, captada por painéis de silício, é apontada como uma das melhores alternativas para diminuir a dependência mundial dos combustíveis fósseis na produção de eletricidade. Seu uso doméstico se disseminou, mas usinas de painéis solares com potência suficiente para iluminar milhares de casas ainda são caras e têm baixa capacidade de armazenamento. </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma nova geração de usinas solares, chamadas de térmicas, vem se firmando como uma opção para produzir eletricidade com a ajuda do sol. Ao contrário das convencionais, que usam a luz para ativar painéis fotovoltaicos, as usinas térmicas utilizam o calor dos raios solares, refletidos por espelhos e captados por uma torre receptora. Esse calor é usado para aquecer um fluido, geralmente sal liquefeito, que permanece estocado em reservatórios em alta temperatura – como café quente numa garrafa térmica. </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quando há demanda por eletricidade, o fluido é conduzido até um gerador e o vapor que ele desprende move uma turbina, produzindo eletricidade. O fluido é reaproveitado e, ao longo do dia, o conjunto de espelhos se movimenta para manter o melhor ângulo de captação da luz e do calor do sol. Esse sistema, com tecnologia bem mais simples que a empregada nas usinas fotovoltaicas, é semelhante ao usado nas termelétricas, com a enorme vantagem de não produzir poluição atmosférica. Há atualmente no mundo cerca de cinqüenta usinas solares térmicas em diferentes estágios de planejamento ou construção. </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A PS10, próxima a Sevilha, na Espanha, está em operação há um ano. Por enquanto, ela consegue armazenar o calor produzido durante meia hora. Quando novas tecnologias já em desenvolvimento forem utilizadas, prevê-se que usinas como a PS10 serão capazes de estocar calor por até vinte horas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p align="center"><img src="/_img/variedades/usina_solar_termica.jpg" alt="usina_solar_termica.jpg" width="385" height="289" border="0" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como ocorre com todas as formas de energia renováveis, o desafio da energia solar térmica é chegar a um custo de produção competitivo. Hoje, o preço médio por quilowatt-hora de uma usina solar térmica é de 17 centavos de dólar, contra 7 nas termelétricas a carvão e 5 nas hidrelétricas. Ainda assim, a eletricidade gerada pelas usinas térmicas é 40% mais barata do que a produzida pelas usinas fotovoltaicas. Atualmente, menos de 1% da eletricidade consumida no mundo provém da energia solar, mas, segundo os especialistas, essa porcentagem deverá crescer significativamente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p> &#8220;Minha aposta é que, em alguns anos, a energia produzida com o sol representará 5% da eletricidade usada no planeta&#8221;, disse a VEJA o engenheiro William A. Beckman, diretor do laboratório de energia solar da Universidade de Wisconsin-Madison, nos Estados Unidos. Um estudo do Instituto de Energia da Universidade da Califórnia, divulgado no início do ano, mostra que a energia solar térmica se tornará economicamente competitiva muito antes que a fotovoltaica. </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O custo de construção das usinas é menor, e o aproveitamento da eletricidade gerada, maior. Uma usina solar térmica a ser construída no estado americano do Arizona, anunciada como a maior do mundo, vai produzir 280 megawatts de eletricidade. Para efeito de comparação, as maiores usinas fotovoltaicas hoje em operação produzem 20 megawatts.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p align="center"><img src="/_img/variedades/usina_solar_termica.gif" alt="usina_solar_termica.gif" width="552" height="364" border="0" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size:9px">Fonte: <em>Revista Veja</em></span></p>
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