Pramil, Genéricos, e o fim da Patente do Viagra


O laboratório Pfizer tem exclusividade na produção e comercialização do medicamento, mas após 20 de junho de 2010, a fórmula será de domínio público e o comprimidinho azul terá concorrentes genéricos verdes e amarelos.

A validade desse tipo de patente só é reconhecida até o prazo, no qual ela expirar no país de origem, no Brasil, o tempo máximo de vigor de uma patente é de 20 anos. No caso do Viagra, há registro de que a patente foi expedida na Inglaterra, no dia 20 de junho de 1990.

Já há uma grande movimentação no mercado, quatro empresas estão interessadas em vender o produto genérico, provavelmente no dia seguinte à data que vence a patente (20 de junho), as farmácias brasileiras já terão o medicamento de igual qualidade e preço bem mais acessível que o Viagra.

De acordo com a Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos (PróGenéricos), a forma genérica do Viagra poderá ser até 35% mais barata.

Ai você deve esta se perguntando: mas já existe um genérico do Viagra a muito tempo disponível no mercado e também famoso, o “Pramil” só que esse medicamento é clandestino, e como tudo que não presta é fabricado no Paraguai sem controle ou fiscalização.

Como não tem venda permitida no Brasil, é vendido de forma ilegal em bancas de “camelôs”, “biroscas” de ponta de rua e outros centros de ilicitudes espalhados pelo Brasil.

Logo como é de se imaginar nesse mercado, a farra da falsificação corre solta, o “Pramil” falso (que não tem o princípio ativo Sildenafil) não funciona e você nem imagina de que é fabricado.

O que não vai acontecer com o medicamento genérico que tem sua qualidade atestada pela ANVISA e será vendido nas farmácias.

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