Movimento Gota D'água dos Fantoches Acéfalos, e porque o Brasil precisa de Belo Monte.


O Movimento Gota D’água (movimentogotadagua.com.br) contem um Vídeo já famoso na rede, em que alguns atores “globais” falam sobre a Usina de Belo Monte e tentam convencer o público de que ela é desnecessária para o Brasil.

O vídeo é um plágio admitido, do projeto Five Friend – Vote, produzido por Leonardo DiCaprio e dirigido por Steven Spielberg em outubro de 2008. Num país onde o voto não é obrigatório tratava-se de convencer as pessoas a comparecer às urnas, Nos EUA pedia-se a adesão de cinco pessoas.

Os nossos atores “globais” pedem a adesão de 10 pessoas com o vídeo repleto de argumentos equivocados e desprovidos de veracidade técnica incluindo frases do tipo: “De onde tiraram essa idéia de que hidrelétrica é energia limpa?” “Seria energia limpa se fosse no deserto, mas na floresta?

O impressiona nesse vídeo é que, ele não é contra apenas a construção da hidrelétrica de Belo Monte em particular, é contra a energia hidrelétrica como um todo.

Energia Limpíssima e absolutamente renovável, Ela usa água como matéria prima e produz, como resíduo industrial, … água. Mais nada. Nada de poluição, de gases tóxicos. A mesma água que entra – a matéria prima – é a que sai, como resíduo, sai exatamente tão limpa como entra.

Apenas na construção da usina Hidrelétrica que implica em algum dano ambiental, a vegetação inundada morrerá e, ao longo dos anos, irá se decompondo e lançando gás metano na atmosfera.

Países como França que dependem de mais de 60% da energia nuclear ou todos os outros países desenvolvidos se tivessem potencial para construir hidrelétricas já o teriam feito aos “montes” nem que não restasse 1 palmo de floresta, alias não restam, já consumiram tudo para seu desenvolvimento.

Os EUA, por exemplo, além de devastar suas florestas, no século XIX no movimento de conquista para o oeste, promoveram o extermínio dos povos indígenas (Cherokee, Apache, Navajo, etc).

O genocídio nos EUA foi um processo claramente controlado e impulsionado pelo governo , com o apoio declarado dos setores que deslumbravam a possibilidade de lucros com o extermínio generalizado dos índios e sua substituição por áreas integradas ao sistema de comércio, que renderia dividendos a banqueiros, fazendeiros, industriais das ferrovias e outros capitalistas.

A usina de Belo Monte não vai desalojar índio nenhum, e sim populações ribeirinhas que terão de sair de algumas localidades e remanejadas, a chance de que a vida delas melhore, já que vivem no abandono. Sem contar que a Constituição e as leis democráticas consagram o direito que a sociedade tem, por meio de seus órgãos de representação, de fazer desapropriações.

UM TERÇO DA CAPACIDADE?
Assim será porque se decidiu fazer a usina pelo sistema fio d’água, sem um grande reservatório, justamente para diminuir o impacto ambiental. Belo Monte terá capacidade para produzir até 11.233 MW, mas vai gerar, na média, 4.571 MW médios. Porque no período chuvoso, funcionará com potência máxima na seca, cairá para 690 MW por causa justamente da falta de um grande reservatório.

A Floresta Amazônica toda tem 5,5 milhões de km², 60% dos quais no Brasil (3,3 milhões de km²), logo os 640 km² representam 0,012% do total da floresta (0,019% da parte brasileira).

Para exemplificar, digamos que a Amazônia brasileira fosse do tamanho de um campo de futebol a área alagada seria de pouco mais de 1m², juntando os pedaços de campo que são removidos durante uma partida de futebol da mais do que essa área.

Para fazer um reservatório e manter a produção constante durante o período da seca seria preciso uma área 20 vezes maior (11.280 km²) ou 0,34% da parte brasileira da Floresta Amazônica. E só não vai construir esse reservatório por ter cedido à pressão dos ambientalista.

Para crescer 5% ao ano, o Brasil precisará de aumentar em pelo menos 25% sua produção de Energia Elétrica. E de onde virá essa energia? Será que os “globais” apoiariam usinas Nucleares ou termoelétricas – usinas que queimam por ano milhões de toneladas de carvão mineral (importado e caro).

TEMPESTADE EM COPO D’ÁGUA
Para contrapor ao Movimento Gota d’água, estudantes de Engenharia Civil e Economia da Universidade de Campinas, Unicamp fizeram uma campanha: tempestade em copodagua.

A intenção do movimento é levar às pessoas, de maneira fácil, dados concretos sobre a importância da construção da hidrelétrica de Belo Monte, seus motivos e sua importância, tanto regional quanto nacional.

O Movimento Gota D’água (movimentogotadagua.com.br) contem um Vídeo já famoso na rede, em que alguns atores “globais” falam sobre a Usina de Belo Monte e tentam convencer o público de que ela é desnecessária para o Brasil.

O vídeo é um plágio admitido, do projeto Five Friend – Vote, produzido por Leonardo DiCaprio e dirigido por Steven Spielberg em outubro de 2008. Num país onde o voto não é obrigatório tratava-se de convencer as pessoas a comparecer às urnas, Nos EUA pedia-se a adesão de cinco pessoas.

Os nossos atores “globais” pedem a adesão de 10 pessoas com o vídeo repleto de argumentos equivocados e desprovidos de veracidade técnica incluindo frases do tipo: “De onde tiraram essa idéia de que hidrelétrica é energia limpa?” “Seria energia limpa se fosse no deserto, mas na floresta?

O impressiona nesse vídeo é que, ele não é contra apenas a construção da hidrelétrica de Belo Monte em particular, é contra a energia hidrelétrica como um todo.

Energia Limpíssima e absolutamente renovável, Ela usa água como matéria prima e produz, como resíduo industrial, … água. Mais nada. Nada de poluição, de gases tóxicos. A mesma água que entra – a matéria prima – é a que sai, como resíduo, sai exatamente tão limpa como entra.

Apenas na construção da usina Hidrelétrica que implica em algum dano ambiental, a vegetação inundada morrerá e, ao longo dos anos, irá se decompondo e lançando gás metano na atmosfera.

Países como França que dependem de mais de 60% da energia nuclear ou todos os outros países desenvolvidos se tivessem potencial para construir hidrelétricas já o teriam feito aos “montes” nem que não restasse 1 palmo de floresta, alias não restam, já consumiram tudo para seu desenvolvimento.

Os EUA, por exemplo, além de devastar suas florestas, no século XIX no movimento de conquista para o oeste, promoveram o extermínio dos povos indígenas (Cherokee, Apache, Navajo, etc).

O genocídio nos EUA foi um processo claramente controlado e impulsionado pelo governo , com o apoio declarado dos setores que deslumbravam a possibilidade de lucros com o extermínio generalizado dos índios e sua substituição por áreas integradas ao sistema de comércio, que renderia dividendos a banqueiros, fazendeiros, industriais das ferrovias e outros capitalistas.

A usina de Belo Monte não vai desalojar índio nenhum, e sim populações ribeirinhas que terão de sair de algumas localidades e remanejadas, a chance de que a vida delas melhore, já que vivem no abandono. Sem contar que a Constituição e as leis democráticas consagram o direito que a sociedade tem, por meio de seus órgãos de representação, de fazer desapropriações.

UM TERÇO DA CAPACIDADE?
Assim será porque se decidiu fazer a usina pelo sistema fio d’água, sem um grande reservatório, justamente para diminuir o impacto ambiental. Belo Monte terá capacidade para produzir até 11.233 MW, mas vai gerar, na média, 4.571 MW médios. Porque no período chuvoso, funcionará com potência máxima na seca, cairá para 690 MW por causa justamente da falta de um grande reservatório.

A Floresta Amazônica toda tem 5,5 milhões de km², 60% dos quais no Brasil (3,3 milhões de km²), logo os 640 km² representam 0,012% do total da floresta (0,019% da parte brasileira).

Para exemplificar, digamos que a Amazônia brasileira fosse do tamanho de um campo de futebol a área alagada seria de pouco mais de 1m², juntando os pedaços de campo que são removidos durante uma partida de futebol da mais do que essa área.

Para fazer um reservatório e manter a produção constante durante o período da seca seria preciso uma área 20 vezes maior (11.280 km²) ou 0,34% da parte brasileira da Floresta Amazônica. E só não vai construir esse reservatório por ter cedido à pressão dos ambientalista.

Para crescer 5% ao ano, o Brasil precisará de aumentar em pelo menos 25% sua produção de Energia Elétrica. E de onde virá essa energia? Será que os “globais” apoiariam usinas Nucleares ou termoelétricas – usinas que queimam por ano milhões de toneladas de carvão mineral (importado e caro).

TEMPESTADE EM COPO D’ÁGUA
Para contrapor ao Movimento Gota d’água, estudantes de Engenharia Civil e Economia da Universidade de Campinas, Unicamp fizeram uma campanha: tempestade em copodagua.

A intenção do movimento é levar às pessoas, de maneira fácil, dados concretos sobre a importância da construção da hidrelétrica de Belo Monte, seus motivos e sua importância, tanto regional quanto nacional.

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